pleno Tejo em plena sintonia com o rio e o balanço das suas águas. Faremos por merecer a confiança e a responsabilidade que os cidadãos depositam em nós, sendo já pelo Tejo 21 organizações e 500 cidadãos aderentes.
Começo este blogue por uma causa esperando que seja palco de reflexão sobre esta e outras causas, que daqui brotem ideias, se aprofundem convicções e desenhem acções. E, cá por coisas, vamos a isto, que já se faz tarde!!
pleno Tejo em plena sintonia com o rio e o balanço das suas águas. 
o desenvolvimento de acções de mobilização de cidadãos na defesa e promoção da bacia hidrográfica do Tejo – rio Tejo e seus afluentes – nas vertentes ambiental, científica, cultural, social e patrimonial.
Acabei de ler uma notícia que me alarmou sobre o rendimento/perdas do transvase realizado em Julho de 2009 para o Parque Nacional de Las Tablas de Daimiel apartir do Aqueduto Tejo-Segura.
Alto loire mediante uma gestão “leve” do rio que permita inclusive recuperar o salmão. No final de 1998 iniciou-se a demolição de várias represas que já tinham cumprido o prazo de concessão e que impediam a subida dos salmões para a desova.
Estas jornadas promovidas pela Fundação Nova Cultura da Água que decorrem em Ainsa, como aqui apresentado, integram ainda conferências e projecção de filmes e vídeo.
autoriza o projecto da represa de Mularroya, do açude de derivação e da condução do transvase entre os rios Jalón e Grio, assim como das resoluções ministeriais de aprovação do anteprojecto e anteprojecto de execução das obras.



Esta actividade foi organizada pela Divisão de Resíduos e Promoção Ambiental da Câmara de Santarém, à semelhança de múltiplas outras que já realizaram no rio Alviela em que incentivam a população a monitorizar e a cuidar do seu rio, desenvolvendo um serviço municipal que é concerteza um exemplo de boas práticas no domínio da educação e promoção ambiental.
É também um exemplo a seguir no Tejo e em todos os seus afluentes, promover a formação cívica e a participação das populações e dos jovens na preservação dos nossos rios e recursos hídricos, o que considero que seria bem sucedido conjugando a criação de Ecoclubes, sobre o tema da água, em articulação com o Projecto Rios, e com o apoio técnico dos serviços municipais no domínio do ambiente.Para promover o seu lançamento, nada como a colaboração de quem já faz bem o que é preciso ser feito, bastando transmitir o conhecimento do que já existe e uma mão cheia de boa vontade.
Assim haja vontade dos nossos autarcas em fazerem uma clara aposta na educação e promoção ambiental.
Não resisti a fazer eco desta Rede Nacional de Ecoclubes que deveriam ter implementação obrigatória em cada município, em especial, no programa dos autarcas que queiram mostrar pelos seus actos que se preocupam com as gerações futuras.